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domingo, 6 de outubro de 2013


SABADO FOI O PENULTIMO DIA DE COMPETIÇÃO DO ABERTO
INTERNACIONAL DE TIRO NO RIO. UM GRANDE SUCESSO DE
ORGANIZAÇÃO PELO COMITÊ PARALÍMPICO BRASILEIRO.

Tiro04
O canandense Christos Trifonidis se prepara para atirar na carabina de ar

Os estrangeiros levaram a melhor sobre os brasileiros no penúltimo dia de disputas do Aberto Internacional de Tiro Paradesportivo , no Centro Nacional de Tiro Esportivo, em Deodoro, na Zona Oeste no Rio. A competição, que se encerra neste domingo, 6, conta com a participação de 77 atletas de sete países das Américas.
No primeiro evento deste sábado, 5, a carabina de ar deitado (10 metros) da classe SH1, o experiente Christos Trifonidis sagrou-se campeão com 206.9 pontos, superando o heptacampeão brasileiro Carlos Garletti, com 204.5. O bronze foi para o colombiano Gabriel Cardona (180.7).
“Foi uma prova muito boa. Este Aberto Internacional é um grande aprendizado para os atiradores do continente. Fico feliz por poder ajudar a formar novos atiradores no continente”, comentou Trifonidis, que participou das últimas seis edições de Jogos Paralímpicos.
Na pistola livre 50m, a segunda prova do dia, a brasileira Débora Campos ficou muito perto de conquistar uma medalha de ouro. Ela chegou a vibrar com uma possível vitória antes que o sistema de pontuação atualizasse o resultado do americano Mike Tagliapietra. Ao final, o representante dos EUA anotou 176 contra 174.7 da brasileira. O bronze foi de Geraldo von Rosenthal.
Para encerrar o sábado, a mais emocionante disputa do dia. Na carabina de ar deitado (10 metros) da classe SH2, o brasileiro Rodrigo Vianna chegou ao último tiro liderando. Mas ao cravar 9.8 pontos, permitiu que o canandense Michael Larochelle assumisse a dianteira e levasse o ouro com 205.9 pontos. Vianna, ficou com a prata (205.4). O terceiro colocado foi o também canadense Doug Blessin (184.4).
O curitibano lembrou que viveu neste sábado uma situação inversa à de sexta-feira, quando foi o campeão na carabina de ar, superando o canadense Blessin, nos tiros finais.
“O que aconteceu neste sábado foi que cheguei ao último tiro sabendo que estava bem, mas não sabia que liderava. Foi quando a tensão me pegou, o coração veio parar na garganta e vacilei com esse tiro de 9.8 pontos. É derrota certa quando se faz isso”, comentou Vianna.
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